Um estudo desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC) da Fiocruz
aponta que, as bromélias não têm um papel
importante na proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor do vírus
do dengue. Durante um ano, 156 bromélias situadas no Jardim Botânico
do Rio de Janeiro foram monitoradas, recobrindo dez espécies. O
resultado do estudo aponta para o baixo índice de presença das formas
imaturas do A. aegypti, gerando indícios que redirecionam o trabalho
de prevenção.
A queima de encostas com bromélias para fins de prevenção não é eficaz
A água acumulada nas folhas, que serve como reservatório de nutrientes
para a planta, foi analisada com o objetivo de verificar a presença de
formas imaturas de mosquitos (como larvas e pupas) e de identificar o
porcentual de presença do vetor do dengue. "Antes mesmo da realização
de estudos sistematizados sobre o tema, medidas como a eliminação das
bromélias e o uso indiscriminado de inseticidas já vinham sendo
adotadas pela população", afirma o biólogo, que desenvolveu o trabalho
no Laboratório de Transmissores de Hematozários do IOC .
O jovem pesquisador
destaca que no mês de abril, em que houve a maior taxa de captura,
foram encontradas 376 formas imaturas de mosquitos nas bromélias
analisadas. Deste total, apenas dois exemplares correspondiam ao
gênero Aedes.
aponta que, as bromélias não têm um papel
importante na proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor do vírus
do dengue. Durante um ano, 156 bromélias situadas no Jardim Botânico
do Rio de Janeiro foram monitoradas, recobrindo dez espécies. O
resultado do estudo aponta para o baixo índice de presença das formas
imaturas do A. aegypti, gerando indícios que redirecionam o trabalho
de prevenção.
A queima de encostas com bromélias para fins de prevenção não é eficaz
A água acumulada nas folhas, que serve como reservatório de nutrientes
para a planta, foi analisada com o objetivo de verificar a presença de
formas imaturas de mosquitos (como larvas e pupas) e de identificar o
porcentual de presença do vetor do dengue. "Antes mesmo da realização
de estudos sistematizados sobre o tema, medidas como a eliminação das
bromélias e o uso indiscriminado de inseticidas já vinham sendo
adotadas pela população", afirma o biólogo, que desenvolveu o trabalho
no Laboratório de Transmissores de Hematozários do IOC .
O jovem pesquisador
destaca que no mês de abril, em que houve a maior taxa de captura,
foram encontradas 376 formas imaturas de mosquitos nas bromélias
analisadas. Deste total, apenas dois exemplares correspondiam ao
gênero Aedes.
As bromélias são inocentes!